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Bronzear sem esforço Se em consequência de uma fraca proteção, tem um historial de pele queimada ou tem a pele muito sensível e neces...

Autobronzeadores



Bronzear sem esforço
Se em consequência de uma fraca proteção, tem um historial de pele queimada ou tem a pele muito sensível e necessita de produtos de alta proteção (que deixam a pele tão branca em Setembro como no começo das férias), os seus aliados são os autobronzeadores. Sem necessidade de exposição solar, pode conseguir a tonalidade ambicionada, doseando a frequência das aplicações.
A utilização de um autobronzeador é talvez o método mais saudável para conseguir aquele bronze fantástico que todas nós ambicionamos.
O principal ingrediente dos bronzeadores sem Sol é a dihydroxiacetona, que reage ao contacto dos aminoácidos naturais da pele, dando lugar, ao fim de algumas horas, a um tom acastanhado que imita (melhor ou pior segundo o produto) o bronzeado natural.
Como não penetra na pele, é recomendado para todos os tipos de pele. Mas se a superfície do seu rosto não é uniforme (espinhas, cicatrizes, marcas), o seu bronzeado – artificial ou não — também não o será. Por isso, antes de aplicar o autobronzeador, há certos cuidados que deve ter: a sua pele deve ser limpa em profundidade, eliminando as células mortas através de uma esfoliação.
Dicas:


* Se não encontrar o tom ideal, tente misturar o autobronzeador com um pouco de creme hidratante, para obter um tom à sua medida.
* Recorde que o autobronzeador não protege do sol, a menos que tenha filtros. Ainda assim não são suficientes para dispensar outra proteção.
* Para que a sua roupa, ou os lençóis, não fiquem com mais produto do que a sua pele, espere pelo menos uma hora, antes de se vestir ou deitar.
* Nas zonas de pele mais seca (cotovelos, joelhos, narinas) aplique menos produto e massaje bem, para que estas zonas não fique com um tom mais escuro.


Fundamental mesmo é, depois de cada aplicação, lavar as mãos e os pulsos com bastante água e sabonete, para prevenir manchas em locais "inesperados".

24/11/2012 DIA NACIONAL DE COMBATE AO CÂNCER DA PELE O Câncer da Pele pode ser evita...

COMBATE AO CANCER DE PELE


24/11/2012 DIA NACIONAL DE COMBATE AO CÂNCER DA PELE



O Câncer da Pele pode ser evitado com medidas simples! Além disso, o diagnóstico precoce aumenta muito as chances de cura completa. Por isso é tão importante que você faça o seu Exame Preventivo Gratuito em um dos postos de atendimento do Dia Nacional de Combate ao Câncer da Pele, no dia 24//11.
Os especialistas da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) advertem: a exposição ao sol de forma inadequada pode trazer inúmeros prejuízos à pele, além de ser responsável pelo câncer de maior incidência no Brasil - o da pele. Preocupada com os números alarmantes da doença no país, a SBD criou, em 1999, o Programa Nacional de Controle do Câncer da Pele (PNCCP). Há 13 anos a Campanha Nacional de Prevenção ao Câncer da Pele leva à brasileira informação, diagnóstico e tratamento de qualidade, tudo gratuitamente.

No dia 26 de novembro de 2011 foi realizada a 13ª edição da campanha, que contou com 170 postos de atendimento espalhados por 24 estados de todas as regiões do país. Para receber a população, mais de 3 mil voluntários estiveram presentes.

Em caso de dúvida: 0800-7013187
 
 

  Foto: ADAM Câncer basocelular, Definição: O carcinoma basocelular é uma forma de câncer de pele que se desenvolve lentamen...

Carcinoma basocelular


 
Foto: ADAM

Câncer basocelular, Definição:
O carcinoma basocelular é uma forma de câncer de pele que se desenvolve lentamente.
Nomes alternativos
Úlcera roedora; câncer de pele - células basais; câncer - pele - células basais.

Causas, incidência e fatores de risco.

O câncer de pele é dividido em dois grupos principais: melanomas e não melanomas. O carcinoma basocelular é um tipo de câncer de pele não melanoma e a forma de câncer mais comum nos Estados Unidos. De acordo com a Sociedade Americana de Câncer, 75% de todos os cânceres de pele são carcinomas basocelulares.
O carcinoma basocelular começa na primeira camada da pele, chamada de epiderme. Ele cresce lentamente e é indolor. Uma nova formação na pele que sangra facilmente ou que não cicatriza direito pode indicar um carcinoma basocelular.

Foto: ADAM

Carcinoma basocelular — imagem detalhada

A maioria desses cânceres ocorre em regiões da pele que são regularmente expostas à luz do sol ou a outras radiações ultravioletas. Ele também pode aparecer no couro cabeludo.
O câncer de pele basocelular costumava ser mais comum em pessoas acima de 40 anos, mas hoje ele é frequentemente diagnosticado em pessoas mais novas.
O risco de ter câncer de pele basocelular é maior se você tiver:

•Pele clara
•Olhos verdes ou azuis
•Cabelo loiro ou ruivo
•Superexposição a raios-X ou outras formas de radiação


O câncer de pele basocelular quase nunca se espalha. Mas, se não for tratado, ele pode crescer para as regiões e para os tecidos e ossos próximos à área atingida.

Sintomas

Foto: ADAM

Síndrome do nevo basocelular - invaginasse plantares
O carcinoma basocelular pode apresentar apenas uma aparência levemente diferente da pele normal.
O câncer pode parecer uma protuberância ou formação na pele:

•Com aspecto perolado ou ceráceo
•De cor branca ou rosa claro
•Cor de pele ou marrom


Em alguns casos, a pele pode estar apenas um pouco elevada ou mesmo achatada.
Você pode ter:

•Uma ferida na pele que sangra com facilidade
•Uma ferida que não cicatriza
•Pontos que vazam líquidos ou que apresentam crosta na ferida
•Aparência de uma ferida cicatrizada sem ter machucado a região
•Vasos sanguíneos irregulares no local ou ao redor dele
•Uma ferida com uma área afundada no meio


Exames e testes
O médico examinará a pele e observará o tamanho, o formato, a cor e a textura das áreas suspeitas.
Se o câncer de pele for uma possibilidade, um pequeno pedaço de pele será removido da área e examinado em um microscópio. Esse procedimento é denominado biópsia de pele.
Ele deve ser realizado para confirmar o diagnóstico de carcinoma basocelular ou de outros cânceres de pele. Existem muitos tipos de biópsias de pele. O procedimento exato a ser usado depende do local com suspeita de câncer de pele.

Tratamento

O tratamento varia conforme o tamanho, a profundidade e o local do câncer basocelular.
Ele será removido usando um dos seguintes procedimentos:

•A excisão corta o tumor e utiliza pontos para unir a pele novamente
•A curetagem e a eletrodissecação raspam o câncer e utilizam eletricidade para matar qualquer célula cancerígena remanescente
•Cirurgia, incluindo a cirurgia de Mohs, na qual a pele é cortada e imediatamente examinada em um microscópio para verificar a presença de câncer. O processo é repetido até que a amostra de pele examinada esteja livre de câncer
•A crio cirurgia congela e mata as células cancerígenas
•Pode-se usar radiação se o câncer tiver se espalhado para os órgãos ou nódulos linfáticos ou em casos de tumores que não podem ser tratados com cirurgia
•Os cremes de pele com os medicamentos imiquimod ou 5-fluorouracil podem ser usados para tratar um carcinoma de células basais superficial


Evolução (prognóstico)

O índice de reincidência do câncer de pele basocelular é de cerca de 1% com a cirurgia de Mohs e de até 10% com as outras formas de tratamento. Os carcinomas basocelulares têm uma probabilidade menor de voltar do que os carcinomas maiores. O carcinoma basocelular raramente se espalha para outras partes do corpo.
Faça um acompanhamento com seu médico, conforme recomendado, e examine regularmente a sua pele uma vez por mês usando um espelho para verificar os locais difíceis de enxergar. Ligue para seu médico se perceber qualquer alteração suspeita na sua pele.

Complicações

O câncer basocelular não tratado pode se espalhar para os tecidos e as estruturas ao seu redor, causando lesões. Isso é ainda mais preocupante ao redor do nariz, dos olhos e das orelhas.

Ligando para o médico

Ligue para seu médico se perceber alguma alteração na cor, no tamanho, na textura ou na aparência de qualquer região da sua pele. Você também deve ligar se uma mancha existente ficar dolorida ou inchada, ou se ela começar a sangrar ou coçar.

Prevenção

A melhor maneira de prevenir o câncer de pele é diminuir a exposição ao sol. A luz ultravioleta é mais intensa ao meio-dia; portanto, tente evitar a exposição ao sol durante o período. Proteja a pele usando chapéus, blusas de manga longa, saias longas ou calças.
Sempre use um protetor solar:

•Aplique um protetor solar de boa qualidade com FPS (fator de proteção solar) de, no mínimo, 15.
•Procure utilizar protetores solares que bloqueiam os raios UVA e UVB
•Aplique o protetor, no mínimo, 30 minutos antes de sair e reaplique-o frequentemente.
•Utilize o protetor no inverno também


Examine sua pele regularmente em busca de formações suspeitas ou alterações de:

•Cor
•Tamanho
•Textura
•Aparência


Também observe se uma ferida na pele sangra, coça, está avermelhada e inchada (inflamada) ou dolorida.

Como suspeitar se uma lesão é maligna. O câncer é uma doença silenciosa, por isso fiquem atentos sempre. é muito difícil para quem não é ...

CANCER DE PELE


Como suspeitar se uma lesão é maligna.

O câncer é uma doença silenciosa, por isso fiquem atentos sempre. é muito difícil para quem não é dermatologista perceber a diferença entre uma lesão benigna e uma maligna. Existe mesmo um treinamento para isso e também o aprendizado de diagnosticar as outras lesões que não são tumorais. Mas via de regra, em termos gerais, você pode aplicar uma regra que chamamos de “ABCD”.
As lesões malignas (e estamos falando aqui do MELANOMA, que é o tumor de pele realmente agressivo) geralmente são Assimétricas, com Borda irregular, mais de uma Cor e com Diâmetro superior a 6 mm. As lesões benignas, ao contrário, são simétricas, com borda regular, cor única e menores que 6mm, como na
*foto a baixo


 havendo dúvida, o melhor é procurar seu dermatologista. Uma consulta anual é suficiente para diminuir muito o risco de instalação e progressão de um câncer de pele.
Agora, não vale esse negócio comum de ter MEDO de ir ao médico e ouvir coisa ruim. Isso é muito comum, mas péssimo para você. A chance de se ter uma metástase ao longo desse período que você vai protelando é enorme, ou seja, uma coisa que você poderia simplesmente ficar livre dela com uma cirurgia, pode virar algo sem tratamento de um dia para o outro, por causa de uma única célula que descola da lesão, cai na circulação e resolve se implantar no pulmão, no fígado, no cérebro, num osso… isso é o que chamamos de metástase. A maior parte das lesões é CURÁVEL no início.
Uma das causas que fazem as pessoas viverem mais é serem cuidadosas com o seu próprio corpo. Seja cuidadoso. Não precisa ser hipocondríaco (porque isso não é saudável!), mas faça uma revisão anual.

 UMA VEZ AO ANO tire um dia para visitas médicas e odontológicas.

A Importâmcia do Protetor Solar     O protetor ou filtro solar é uma loção cremosa que tem como objetivo proteger a pele dos raios ultrav...

A Importâmcia do Protetor Solar


A Importâmcia do Protetor Solar

    O protetor ou filtro solar é uma loção cremosa que tem como objetivo proteger a pele dos raios ultravioleta. Esses raios são prejudiciais a pele, pois provocam envelhecimento precoce, manchas e, em casos mais graves, o câncer.
    As marcas brasileiras responsáveis por esses produtos apresentam uma indicação sobre o FPS que varia de 2 a 60. O FPS mede a proteção contra os raios UVB, os responsáveis por queimar a pele. A pele quando exposta ao sol demora um certo tempo para ficar avermelhada, o número indicado no FPS representa o número de vezes que a pele permanecerá protegida comparada a pele sem o uso de filtro solar. Por exemplo, um produto com FPS 30 protegerá a pele por um tempo 30 vezes superior a pele desprotegida. Porém, para que esse efeito seja atingido, é necessário que a quantidade aplicada do produto seja de no mínimo 2mg por centímetro quadrado de pele, do contrário, especialistas apontam que a proteção não chega nem a metade da indicada pela FPS.
    Alguns cuidados devem ser lembrados para maximizar os efeitos desse importante produto.  Independente do estado climático (dias ensolarados, chuvosos ou nublados), o uso do protetor solar deve ser o mesmo, pois as nuvens não são capazes de reter os raios ultravioleta. Outro fato importante contradiz o que algumas marcas veiculam em suas propagandas, a maioria dos pesquisadores afirma que após um mergulho em piscina ou no mar, cerca de 70% dos efeitos protetores são perdidos. Além do contato com a água, devemos nos atentar ao contato mecânico, que também remove o filtro solar da pele. Ou seja, quando a pessoa toma sol deitada na areia ou em outra superfície, grande parte do creme é removido da pele e quando isso acontece uma nova aplicação deve ser feita sobre a pele.
    O último cuidado importante diz respeito sobre a forma de passar o filtro solar. Geralmente não é possível passar o protetor de forma eficaz sobre as próprias costas em razão da dificuldade de alcançar algumas regiões. Nesses casos e também em pessoas com reduzida mobilidade articular o auxílio de uma pessoa próxima pode solucionar o problema.
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